"O trem se vai
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem nem ela"
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem nem ela"
Dezembro é o fim e a espera de um começo. Ultimo mês, dias se alongam e tardes interminaveis, até o sol se torna mais quente e a noite menos estralada e tudo é uma beleza difusa nos olhos nus que insistem em não dormir para ficar pairando pela janala. Há uma vertigem temporal nos dezembros que passei. Gostos dos dezembros, eles firmam uma expectativa de tempos e os tornam calmos e cheios de esperaças, esperanaças essas que por vezes se tornal vil. Dezembro reina e apronfunda meus olhos as janelas, vejo o céu de nuvens relas e estralas um tanto apagadas e sem sonho nenhum.

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