quarta-feira, 5 de maio de 2010

Cinco de Maio de Dois Mil e Dez...

Um grito me ficou preso pela madrugada afora, uma vontade de expressar meu desejo e explodir de emoção, como se é dito nos poemas. Todavia estávamos inundados de clichês urbanos. Não é nossa culpa isso, nem muito menos falta de criatividade, criatividade não nos falta, falta é sentimentos nos demais.
A madrugada caiu e a chuva também, a chuva numa intensidade maior que a madrugada, fazendo então a lembrança ecoar por coração, mente e espírito. Teria sido perfeito que esse encanto se tornasse um abraço, um beijo talvez... e até quem sabe um entrelaçar de pernas e sentimentos.
Hoje, ah hoje te sinto de uma forma viva e mágica, um sopro recaí sobre meus ouvidos e se faz suave ao nosso desejo. Vontade demasiada de sentir esse vento sutil passando pelos meus cabelos, junto com suas mão, que certamente começariam a descer e me afagar corpo afora, e minhas mãos consequentemente te retribuiriam com um carinho delicado tão delicado que mais ia parecer uma algodão caindo sobre a pele.
Todos os dias penso em diversas situações de nosso cotidiano, contudo, como hoje não. Me sinto tendenciosa a correr em meio a chuva, um banho nessa chuva seria perfeito, né? RS! Mas, calmamente esperarei que o último pingo caia.
Não tenho mais palavras para descrever qualquer mínimo verso a mais, não sei se gostará ou se vai ler ao menos, sei que nunca senti tudo isso em mim...

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